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Bíblia em 1 ano

Leitura diária

Bíblia em 1 ano · Dia 158

Leituras do dia para percorrer a Bíblia com constância ao longo do ano.

Leituras do dia

Dia 158

Jó 36 • Jó 37 • Jó 38 • 2 Coríntios 9

Leituras do dia para percorrer a Bíblia com constância ao longo do ano.

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Minhas anotações deste dia

Anote aprendizados, orações e aplicações práticas desta leitura para continuar crescendo com constância na Palavra.

Capítulo da leitura

Jó 36

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1Prosseguiu ainda Eliú e disse:

2Espera-me um pouco, e mostrar-te-ei que ainda há razões a favor de Deus.

3De longe trarei o meu conhecimento, e ao meu criador atribuirei a justiça.

4Pois, na verdade, as minhas palavras não serão falsas; contigo está um que tem perfeito conhecimento.

5Eis que Deus é mui poderoso, contudo a ninguém despre grande é no poder de entendimento.

6Ele não preserva a vida do ímpio, mas faz justiça aos aflitos.

7Do justo não aparta os seus olhos; antes com os reis no trono os faz sentar para sempre, e assim são exaltados.

8E se estão presos em grilhões, e amarrados com cordas de aflição,

9então lhes faz saber a obra deles, e as suas transgressões, porquanto se têm portado com soberba.

10E abre-lhes o ouvido para a instrução, e ordena que se convertam da iniqüidade.

11Se o ouvirem, e o servirem, acabarão seus dias em prosperidade, e os seus anos em delícias.

12Mas se não o ouvirem, à espada serão passados, e expirarão sem conhecimento.

13Assim os ímpios de coração amontoam, a sua ira; e quando Deus os põe em grilhões, não clamam por socorro.

14Eles morrem na mocidade, e a sua vida perece entre as prostitutas.

15Ao aflito livra por meio da sua aflição, e por meio da opressão lhe abre os ouvidos.

16Assim também quer induzir-te da angústia para um lugar espaçoso, em que não há aperto; e as iguarias da tua mesa serão cheias de gordura.

17Mas tu estás cheio do juízo do ímpio; o juízo e a justiça tomam conta de ti.

18Cuida, pois, para que a ira não te induza a escarnecer, nem te desvie a grandeza do resgate.

19Prevalecerá o teu clamor, ou todas as forças da tua fortaleza, para que não estejas em aperto?

20Não suspires pela noite, em que os povos sejam tomados do seu lugar.

21Guarda-te, e não declines para a iniqüidade; porquanto isso escolheste antes que a aflição.

22Eis que Deus é excelso em seu poder; quem é ensinador como ele?

23Quem lhe prescreveu o seu caminho? Ou quem poderá dizer: Tu praticaste a injustiça?

24Lembra-te de engrandecer a sua obra, de que têm cantado os homens.

25Todos os homens a vêem; de longe a contempla o homem.

26Eis que Deus é grande, e nós não o conhecemos, e o número dos seus anos não se pode esquadrinhar.

27Pois atrai a si as gotas de água, e do seu vapor as destila em chuva,

28que as nuvens derramam e gotejam abundantemente sobre o homem.

29Poderá alguém entender as dilatações das nuvens, e os trovões do seu pavilhão?

30Eis que ao redor de si estende a sua luz, e cobre o fundo do mar.

31Pois por estas coisas julga os povos e lhes dá mantimento em abundância.

32Cobre as mãos com o relâmpago, e dá-lhe ordem para que fira o alvo.

33O fragor da tempestade dá notícia dele; até o gado pressente a sua aproximação.

Capítulo da leitura

Jó 37

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1Sobre isso também treme o meu coração, e salta do seu lugar.

2Dai atentamente ouvidos ao estrondo da voz de Deus e ao sonido que sai da sua boca.

3Ele o envia por debaixo de todo o céu, e o seu relâmpago até os confins da terra.

4Depois do relâmpago ruge uma grande voz; ele troveja com a sua voz majestosa; e não retarda os raios, quando é ouvida a sua voz.

5Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não compreendemos.

6Pois à neve diz: Cai sobre a terra; como também às chuvas e aos aguaceiros: Sede copiosos.

7Ele sela as mãos de todo homem, para que todos saibam que ele os fez.

8E as feras entram nos esconderijos e ficam nos seus covis.

9Da recâmara do sul sai o tufão, e do norte o frio.

10Ao sopro de Deus forma-se o gelo, e as largas águas são congeladas.

11Também de umidade carrega as grossas nuvens; as nuvens espalham relâmpagos.

12Fazem evoluções sob a sua direção, para efetuar tudo quanto lhes ordena sobre a superfície do mundo habitável:

13seja para disciplina, ou para a sua terra, ou para beneficência, que as faça vir.

14A isto, Jó, inclina os teus ouvidos; pára e considera as obras maravilhosas de Deus.

15Sabes tu como Deus lhes dá as suas ordens, e faz resplandecer o relâmpago da sua nuvem?

16Compreendes o equilíbrio das nuvens, e as maravilhas daquele que é perfeito nos conhecimentos;

17tu cujas vestes são quentes, quando há calma sobre a terra por causa do vento sul?

18Acaso podes, como ele, estender o firmamento, que é sólido como um espelho fundido?

19Ensina-nos o que lhe diremos; pois nós nada poderemos pôr em boa ordem, por causa das trevas.

20Contar-lhe-ia alguém que eu quero falar. Ou desejaria um homem ser devorado?

21E agora o homem não pode olhar para o sol, que resplandece no céu quando o vento, tendo passado, o deixa limpo.

22Do norte vem o áureo esplendor; em Deus há tremenda majestade.

23Quanto ao Todo-Poderoso, não o podemos compreender; grande é em poder e justiça e pleno de retidão; a ninguém, pois, oprimirá.

24Por isso o temem os homens; ele não respeita os que se julgam sábios.

Capítulo da leitura

Jó 38

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1Depois disso o Senhor respondeu a Jó dum redemoinho, dizendo:

2Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento?

3Agora cinge os teus lombos, como homem; porque te perguntarei, e tu me responderás.

4Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Faze-mo saber, se tens entendimento.

5Quem lhe fixou as medidas, se é que o sabes? ou quem a mediu com o cordel?

6Sobre que foram firmadas as suas bases, ou quem lhe assentou a pedra de esquina,

7quando juntas cantavam as estrelas da manhã, e todos os filhos de Deus bradavam de júbilo?

8Ou quem encerrou com portas o mar, quando este rompeu e saiu da madre;

9quando eu lhe pus nuvens por vestidura, e escuridão por faixas,

10e lhe tracei limites, pondo-lhe portas e ferrolhos,

11e lhe disse: Até aqui virás, porém não mais adiante; e aqui se quebrarão as tuas ondas orgulhosas?

12Desde que começaram os teus dias, deste tu ordem à madrugada, ou mostraste à alva o seu lugar,

13para que agarrasse nas extremidades da terra, e os ímpios fossem sacudidos dela?

14A terra se transforma como o barro sob o selo; e todas as coisas se assinalam como as cores dum vestido.

15E dos ímpios é retirada a sua luz, e o braço altivo se quebranta.

16Acaso tu entraste até os mananciais do mar, ou passeaste pelos recessos do abismo?

17Ou foram-te descobertas as portas da morte, ou viste as portas da sombra da morte?

18Compreendeste a largura da terra? Faze-mo saber, se sabes tudo isso.

19Onde está o caminho para a morada da luz? E, quanto às trevas, onde está o seu lugar,

20para que às tragas aos seus limites, e para que saibas as veredas para a sua casa?

21De certo tu o sabes, porque já então eras nascido, e porque é grande o número dos teus dias!

22Acaso entraste nos tesouros da neve, e viste os tesouros da saraiva,

23que eu tenho reservado para o tempo da angústia, para o dia da peleja e da guerra?

24Onde está o caminho para o lugar em que se reparte a luz, e se espalha o vento oriental sobre a terra?

25Quem abriu canais para o aguaceiro, e um caminho para o relâmpago do trovão;

26para fazer cair chuva numa terra, onde não há ninguém, e no deserto, em que não há gente;

27para fartar a terra deserta e assolada, e para fazer crescer a tenra relva?

28A chuva porventura tem pai? Ou quem gerou as gotas do orvalho?

29Do ventre de quem saiu o gelo? E quem gerou a geada do céu?

30Como pedra as águas se endurecem, e a superfície do abismo se congela.

31Podes atar as cadeias das Plêiades, ou soltar os atilhos do Oriom?

32Ou fazer sair as constelações a seu tempo, e guiar a ursa com seus filhos?

33Sabes tu as ordenanças dos céus, ou podes estabelecer o seu domínio sobre a terra?

34Ou podes levantar a tua voz até as nuvens, para que a abundância das águas te cubra?

35Ou ordenarás aos raios de modo que saiam? Eles te dirão: Eis-nos aqui?

36Quem pôs sabedoria nas densas nuvens, ou quem deu entendimento ao meteoro?

37Quem numerará as nuvens pela sabedoria? Ou os odres do céu, quem os esvaziará,

38quando se funde o pó em massa, e se pegam os torrões uns aos outros?

39Podes caçar presa para a leoa, ou satisfazer a fome dos filhos dos leões,

40quando se agacham nos covis, e estão à espreita nas covas?

41Quem prepara ao corvo o seu alimento, quando os seus pintainhos clamam a Deus e andam vagueando, por não terem o que comer?

Capítulo da leitura

2 Coríntios 9

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1Pois quanto à ministração que se faz a favor dos santos, não necessito escrever-vos;

2porque bem sei a vossa prontidão, pela qual me glorio de vós perante os macedônios, dizendo que a Acaia está pronta desde o ano passado; e o vosso zelo tem estimulado muitos.

3Mas enviei estes irmãos, a fim de que neste particular não se torne vão o nosso louvor a vosso respeito; para que, como eu dizia, estejais preparados,

4a fim de, se acaso alguns macedônios forem comigo, e vos acharem desaparecidos, não sermos nós envergonhados (para não dizermos vós) nesta confiança.

5Portanto, julguei necessário exortar estes irmãos que fossem adiante ter convosco, e preparassem de antemão a vossa beneficência, já há tempos prometida, para que a mesma esteja pronta como beneficência e não como por extorsão.

6Mas digo isto: Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e aquele que semeia em abundância, em abundância também ceifará,

7Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria.

8E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda boa obra;

9conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre.

10Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, e pão para comer, também dará e multiplicará a vossa sementeira, e aumentará os frutos da vossa justiça.

11enquanto em tudo enriqueceis para toda a liberalidade, a qual por nós reverte em ações de graças a Deus.

12Porque a ministração deste serviço não só supre as necessidades dos santos, mas também transborda em muitas ações de graças a Deus;

13visto como, na prova desta ministração, eles glorificam a Deus pela submissão que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade da vossa contribuição para eles, e para todos;

14enquanto eles, pela oração por vós, demonstram o ardente afeto que vos têm, por causa da superabundante graça de Deus que há em vós.

15Graças a Deus pelo seu dom inefável.