Bíblia em 1 ano

Leitura diária

Bíblia em 1 ano · Dia 75

Leituras do dia para percorrer a Bíblia com constância ao longo do ano.

Leituras do dia

Dia 75

Juízes 12 • Juízes 13 • Juízes 14 • João 7

Leituras do dia para percorrer a Bíblia com constância ao longo do ano.

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Capítulo da leitura

Juízes 12

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1Então os homens de Efraim se congregaram, passaram para Zafom e disseram a Jefté: Por que passaste a combater contra os amonitas, e não nos chamaste para irmos contigo? Queimaremos a fogo a tua casa contigo.

2Disse-lhes Jefté: Eu e o meu povo tivemos grande contenda com os amonitas; e quando vos chamei, não me livrastes da sua mão.

3Vendo eu que não me livráveis, arrisquei a minha vida e fui de encontro aos amonitas, e o Senhor mos entregou nas mãos; por que, pois, subistes vós hoje para combater contra mim?

4Depois ajuntou Jefté todos os homens de Gileade, e combateu contra Efraim, e os homens de Gileade feriram a Efraim; porque este lhes dissera: Fugitivos sois de Efraim, vós gileaditas que habitais entre Efraim e Manassés.

5E tomaram os gileaditas aos efraimitas os vaus do Jordão; e quando algum dos fugitivos de Efraim diza: Deixai-me passar; então os homens de Gileade lhe perguntavam: És tu efraimita? E dizendo ele: Não;

6então lhe diziam: Dize, pois, Chibolete; porém ele dizia: Sibolete, porque não o podia pronunciar bem. Então pegavam dele, e o degolavam nos vaus do Jordão. Cairam de Efraim naquele tempo quarenta e dois mil.

7Jefté julgou a Israel seis anos; e morreu Jefté, o gileadita, e foi sepultado numa das cidades de Gileade.

8Depois dele julgou a Israel Ibzã de Belém.

9Tinha este trinta filhos, e trinta filhas que casou fora; e trinta filhas trouxe de fora para seus filhos. E julgou a Israel sete anos.

10Morreu Ibzã, e foi sepultado em Belém.

11Depois dele Elom, o zebulonita, julgou a Israel dez anos.

12Morreu Elom, o zebulonita, e foi sepultado em Aijalom, na terra de Zebulom.

13Depois dele julgou a Israel Abdom, filho de Hilel, o piratonita.

14Tinha este quarenta filhos e trinta netos, que cavalgavam sobre setenta jumentos. E julgou a Israel oito anos.

15Morreu Abdom, filho de Hilel, o piratonita, e foi sepultado em Piratom, na terra de Efraim, na região montanhosa dos amalequitas.

Capítulo da leitura

Juízes 13

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1Os filhos de Israel tornaram a fazer o que era mau aos olhos do Senhor, e ele os entregou na mão dos filisteus por quarenta anos.

2Havia um homem de Zorá, da tribo de Dã, cujo nome era Manoá; e sua mulher, sendo estéril, não lhe dera filhos.

3Mas o anjo do Senhor apareceu à mulher e lhe disse: Eis que és estéril, e nunca deste à luz; porém conceberás, e terás um filho.

4Agora pois, toma cuidado, e não bebas vinho nem bebida forte, e não comas coisa alguma impura;

5porque tu conceberás e terás um filho, sobre cuja cabeça não passará navalha, porquanto o menino será nazireu de Deus desde o ventre de sua mãe; e ele começara a livrar a Israel da mão dos filisteus.

6Então a mulher entrou, e falou a seu marido, dizendo: Veio a mim um homem de Deus, cujo semblante era como o de um anjo de Deus, em extremo terrível; e não lhe perguntei de onde era, nem ele me disse o seu nome;

7porém disse-me: Eis que tu conceberás e terás um filho. Agora pois, não bebas vinho nem bebida forte, e não comas coisa impura; porque o menino sera nazireu de Deus, desde o ventre de sua mãe até o dia da sua morte.

8Então Manoá suplicou ao Senhor, dizendo: Ah! Senhor meu, rogo-te que o homem de Deus, que enviaste, venha ter conosco outra vez e nos ensine o que devemos fazer ao menino que há de nascer.

9Deus ouviu a voz de Manoá; e o anjo de Deus veio outra vez ter com a mulher, estando ela sentada no campo, porém não estava com ela seu marido, Manoá.

10Apressou-se, pois, a mulher e correu para dar a notícia a seu marido, e disse-lhe: Eis que me apareceu aquele homem que veio ter comigo o outro dia.

11Então Manoá se levantou, seguiu a sua mulher e, chegando à presença do homem, perguntou-lhe: És tu o homem que falou a esta mulher? Ele respondeu: Sou eu.

12Então disse Manoá: Quando se cumprirem as tuas palavras, como se há de criar o menino e que fará ele?

13Respondeu o anjo do Senhor a Manoá: De tudo quanto eu disse à mulher se guardará ela;

14de nenhum produto da vinha comerá; não beberá vinho nem bebida forte, nem comerá coisa impura; tudo quanto lhe ordenei cumprirá.

15Então Manoá disse ao anjo do Senhor: Deixa que te detenhamos, para que te preparemos um cabrito.

16Disse, porém, o anjo do Senhor a Manoá: Ainda que me detenhas, não comerei de teu pão; e se fizeres holocausto, é ao Senhor que o oferecerás. (Pois Manoá não sabia que era o anjo do Senhor).

17Ainda perguntou Manoá ao anjo do Senhor: Qual é o teu nome? - para que, quando se cumprir a tua palavra, te honremos.

18Ao que o anjo do Senhor lhe respondeu: Por que perguntas pelo meu nome, visto que é maravilhoso?

19Então Manoá tomou um cabrito com a oferta de cereais, e o ofereceu sobre a pedra ao Senhor; e fez o anjo maravilhas, enquanto Manoá e sua mulher o observavam.

20Ao subir a chama do altar para o céu, subiu com ela o anjo do Senhor; o que vendo Manoá e sua mulher, caíram com o rosto em terra.

21E não mais apareceu o anjo do Senhor a Manoá, nem à sua mulher; então compreendeu Manoá que era o anjo do Senhor.

22Disse Manoá a sua mulher: Certamente morreremos, porquanto temos visto a Deus.

23Sua mulher, porém, lhe respondeu: Se o Senhor nos quisera matar, não teria recebido da nossa mão o holocausto e a oferta de cereais, nem nos teria mostrado todas estas coisas, nem agora nos teria dito semelhantes coisas.

24Depois teve esta mulher um filho, a quem pôs o nome de Sansão; e o menino cresceu, e o Senhor o abençoou.

25E o Espírito do Senhor começou a incitá-lo em Maané-Dã, entre Zorá e Estaol.

Capítulo da leitura

Juízes 14

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1Desceu Sansão a Timnate; e vendo em Timnate uma mulher das filhas dos filisteus,

2subiu, e declarou-o a seu pai e a sua mãe, dizendo: Vi uma mulher em Timnate, das filhas dos filisteus; agora pois, tomai-ma por mulher.

3Responderam-lhe, porém, seu pai e sua mãe: Não há, porventura, mulher entre as filhas de teus irmãos, nem entre todo o nosso povo, para que tu vás tomar mulher dos filisteus, daqueles incircuncisos? Disse, porém, Sansão a seu pai: Toma esta para mim, porque ela muito me agrada.

4Mas seu pai e sua mãe não sabiam que isto vinha do Senhor, que buscava ocasião contra os filisteus; porquanto naquele tempo os filisteus dominavam sobre Israel.

5Desceu, pois, Sansão com seu pai e com sua mãe a Timnate. E, chegando ele às vinhas de Timnate, um leão novo, rugindo, saiu-lhe ao encontro.

6Então o Espírito do Senhor se apossou dele, de modo que ele, sem ter coisa alguma na mão, despedaçou o leão como se fosse um cabrito. E não disse nem a seu pai nem a sua mãe o que tinha feito.

7Depois desceu e falou àquela mulher; e ela muito lhe agradou.

8Passado algum tempo, Sansão voltou para recebê-la; e apartando-se de caminho para ver o cadáver do leão, eis que nele havia um enxame de abelhas, e mel.

9E tirando-o nas mãos, foi andando e comendo dele; chegando aonde estavam seu pai e sua mãe, deu-lhes do mel, e eles comeram; porém não lhes disse que havia tirado o mel do corpo do leão.

10Desceu, pois, seu pai à casa da mulher; e Sansão fez ali um banquete, porque assim os mancebos costumavam fazer.

11E sucedeu que, quando os habitantes do lugar o viram, trouxeram trinta companheiros para estarem com ele.

12Disse-lhes, pois, Sansão: Permiti-me propor-vos um enigma; se nos sete dias das bodas o decifrardes e mo descobrirdes, eu vos darei trinta túnicas de linho e trinta mantos;

13mas se não puderdes decifrar, vós me dareis a mim as trinta túnicas de linho e os trinta mantos. Ao que lhe responderam eles: Propõe o teu enigma, para que o ouçamos.

14Então lhes disse: Do que come saiu comida, e do forte saiu doçura. E em três dias não puderam decifrar o enigma.

15Ao quarto dia, pois, disseram à mulher de Sansão: Persuade teu marido a que declare o enigma, para que não queimemos a fogo a ti e à casa de teu pai. Acaso nos convidastes para nos despojardes?

16E a mulher de Sansão chorou diante dele, e disse: Tão-somente me aborreces, e não me amas; pois propuseste aos filhos do meu povo um enigma, e não mo declaraste a mim. Respondeu-lhe ele: Eis que nem a meu pai nem a minha mãe o declarei, e to declararei a ti.

17Assim ela chorava diante dele os sete dias em que celebravam as bodas. Sucedeu, pois, que ao sétimo dia lho declarou, porquanto o importunava; então ela declarou o enigma aos filhos do seu povo.

18Os homens da cidade, pois, ainda no sétimo dia, antes de se pôr o sol, disseram a Sansão: Que coisa há mais doce do que o mel? e que coisa há mais forte do que o leão? Respondeu-lhes ele: Se vós não tivésseis lavrado com a minha novilha, não teríeis descoberto o meu enigma.

19Então o Espírito do Senhor se apossou dele, de modo que desceu a Asquelom, matou trinta dos seus homens e, tomando as suas vestes, deu-as aos que declararam o enigma; e, ardendo em ira, subiu à casa de seu pai.

20E a mulher de Sansão foi dada ao seu companheiro, que lhe servira de paraninfo.:

Capítulo da leitura

João 7

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1Depois disto andava Jesus pela Galiléia; pois não queria andar pela Judéia, porque os judeus procuravam matá-lo.

2Ora, estava próxima a festa dos judeus, a dos tabernáculos.

3Disseram-lhe, então, seus irmãos: Retira-te daqui e vai para a Judéia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes.

4Porque ninguém faz coisa alguma em oculto, quando procura ser conhecido. Já que fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo.

5Pois nem seus irmãos criam nele.

6Disse-lhes, então, Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo; mas o vosso tempo sempre está presente.

7O mundo não vos pode odiar; mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más.

8Subi vós à festa; eu não subo ainda a esta festa, porque ainda não é chegado o meu tempo.

9E, havendo-lhes dito isto, ficou na Galiléia.

10Mas quando seus irmãos já tinham subido à festa, então subiu ele também, não publicamente, mas como em secreto.

11Ora, os judeus o procuravam na festa, e perguntavam: Onde está ele?

12E era grande a murmuração a respeito dele entre as multidões. Diziam alguns: Ele é bom. Mas outros diziam: não, antes engana o povo.

13Todavia ninguém falava dele abertamente, por medo dos judeus.

14Estando, pois, a festa já em meio, subiu Jesus ao templo e começou a ensinar.

15Então os judeus se admiravam, dizendo: Como sabe este letras, sem ter estudado?

16Respondeu-lhes Jesus: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou.

17Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, há de saber se a doutrina é dele, ou se eu falo por mim mesmo.

18Quem fala por si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça.

19Não vos deu Moisés a lei? no entanto nenhum de vós cumpre a lei. Por que procurais matar-me?

20Respondeu a multidão: Tens demônio; quem procura matar-te?

21Replicou-lhes Jesus: Uma só obra fiz, e todos vós admirais por causa disto.

22Moisés vos ordenou a circuncisão (não que fosse de Moisés, mas dos pais), e no sábado circuncidais um homem.

23Ora, se um homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja violada, como vos indignais contra mim, porque no sábado tornei um homem inteiramente são?

24Não julgueis pela aparência mas julgai segundo o reto juízo.

25Diziam então alguns dos de Jerusalém: Não é este o que procuram matar?

26E eis que ele está falando abertamente, e nada lhe dizem. Será que as autoridades realmente o reconhecem como o Cristo?

27Entretanto sabemos donde este é; mas, quando vier o Cristo, ninguém saberá donde ele é.

28Jesus, pois, levantou a voz no templo e ensinava, dizendo: Sim, vós me conheceis, e sabeis donde sou; contudo eu não vim de mim mesmo, mas aquele que me enviou é verdadeiro, o qual vós não conheceis.

29Mas eu o conheço, porque dele venho, e ele me enviou.

30Procuravam, pois, prendê-lo; mas ninguém lhe deitou as mãos, porque ainda não era chegada a sua hora.

31Contudo muitos da multidão creram nele, e diziam: Será que o Cristo, quando vier, fará mais sinais do que este tem feito?

32Os fariseus ouviram a multidão murmurar estas coisas a respeito dele; e os principais sacerdotes e os fariseus mandaram guardas para o prenderem.

33Disse, pois, Jesus: Ainda um pouco de tempo estou convosco, e depois vou para aquele que me enviou.

34Vós me buscareis, e não me achareis; e onde eu estou, vós não podeis vir.

35Disseram, pois, os judeus uns aos outros: Para onde irá ele, que não o acharemos? Irá, porventura, à Dispersão entre os gregos, e ensinará os gregos?

36Que palavra é esta que disse: Buscar-me-eis, e não me achareis; e, Onde eu estou, vós não podeis vir?

37Ora, no seu último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim e beba.

38Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva.

39Ora, isto ele disse a respeito do Espírito que haviam de receber os que nele cressem; pois o Espírito ainda não fora dado, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado.

40Então alguns dentre o povo, ouvindo essas palavras, diziam: Verdadeiramente este é o profeta.

41Outros diziam: Este é o Cristo; mas outros replicavam: Vem, pois, o Cristo da Galiléia?

42Não diz a Escritura que o Cristo vem da descendência de Davi, e de Belém, a aldeia donde era Davi?

43Assim houve uma dissensão entre o povo por causa dele.

44Alguns deles queriam prendê-lo; mas ninguém lhe pôs as mãos.

45Os guardas, pois, foram ter com os principais dos sacerdotes e fariseus, e estes lhes perguntaram: Por que não o trouxestes?

46Responderam os guardas: Nunca homem algum falou assim como este homem.

47Replicaram-lhes, pois, os fariseus: Também vós fostes enganados?

48Creu nele porventura alguma das autoridades, ou alguém dentre os fariseus?

49Mas esta multidão, que não sabe a lei, é maldita.

50Nicodemos, um deles, que antes fora ter com Jesus, perguntou-lhes:

51A nossa lei, porventura, julga um homem sem primeiro ouvi-lo e ter conhecimento do que ele faz?

52Responderam-lhe eles: És tu também da Galiléia? Examina e vê que da Galiléia não surge profeta.

53[E cada um foi para sua casa.