Evangelhos em 40 dias

Leitura diária

Evangelhos em 40 dias · Dia 3

Dia 3 para contemplar a pessoa, os ensinos e os sinais de Jesus.

Leituras do dia

Dia 3

Mateus 7 • Mateus 8 • Mateus 9

Dia 3 para contemplar a pessoa, os ensinos e os sinais de Jesus.

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Capítulo da leitura

Mateus 7

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1Não julgueis, para que não sejais julgados.

2Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós.

3E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?

4Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?

5Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.

6Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis aos porcos as vossas pérolas, para não acontecer que as calquem aos pés e, voltando-se, vos despedacem.

7Pedí, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-á.

8Pois todo o que pede, recebe; e quem busca, acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á.

9Ou qual dentre vós é o homem que, se seu filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra?

10Ou, se lhe pedir peixe, lhe dará uma serpente?

11Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhas pedirem?

12Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque esta é a lei e os profetas.

13Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;

14e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz à vida, e poucos são os que a encontram.

15Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.

16Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?

17Assim, toda árvore boa produz bons frutos; porém a árvore má produz frutos maus.

18Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má dar frutos bons.

19Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo.

20Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.

21Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.

22Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres?

23Então lhes direi claramemnte: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.

24Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha.

25E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha.

26Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras, e não as põe em prática, será comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia.

27E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa, e ela caiu; e grande foi a sua queda.

28Ao concluir Jesus este discurso, as multidões se maravilhavam da sua doutrina;

29porque as ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas.

Capítulo da leitura

Mateus 8

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1Quando Jesus desceu do monte, grandes multidões o seguiam.

2E eis que veio um leproso e o adorava, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo.

3Jesus, pois, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; sê limpo. No mesmo instante ficou purificado da sua lepra.

4Disse-lhe então Jesus: Olha, não contes isto a ninguém; mas vai, mostra-te ao sacerdote, e apresenta a oferta que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho.

5Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, chegou-se a ele um centurião que lhe rogava, dizendo:

6Senhor, o meu criado jaz em casa paralítico, e horrivelmente atormentado.

7Respondeu-lhe Jesus: Eu irei, e o curarei.

8O centurião, porém, replicou-lhe: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado; mas somente dize uma palavra, e o meu criado há de sarar.

9Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz.

10Jesus, ouvindo isso, admirou-se, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que a ninguém encontrei em Israel com tamanha fé.

11Também vos digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e reclinar-se-ão à mesa de Abraão, Isaque e Jacó, no reino dos céus;

12mas os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.

13Então disse Jesus ao centurião: Vai-te, e te seja feito assim como creste. E naquela mesma hora o seu criado sarou.

14Ora, tendo Jesus entrado na casa de Pedro, viu a sogra deste de cama; e com febre.

15E tocou-lhe a mão, e a febre a deixou; então ela se levantou, e o servia.

16Caída a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele com a sua palavra expulsou os espíritos, e curou todos os enfermos;

17para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças.

18Vendo Jesus uma multidão ao redor de si, deu ordem de partir para o outro lado do mar.

19E, aproximando-se um escriba, disse-lhe: Mestre, seguir-te- ei para onde quer que fores.

20Respondeu-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.

21E outro de seus discípulos lhe disse: Senhor, permite-me ir primeiro sepultar meu pai.

22Jesus, porém, respondeu-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus próprios mortos.

23E, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram.

24E eis que se levantou no mar tão grande tempestade que o barco era coberto pelas ondas; ele, porém, estava dormindo.

25Os discípulos, pois, aproximando-se, o despertaram, dizendo: Salva-nos, Senhor, que estamos perecendo.

26Ele lhes respondeu: Por que temeis, homens de pouca fé? Então, levantando-se repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se grande bonança.

27E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?

28Tendo ele chegado ao outro lado, à terra dos gadarenos, saíram-lhe ao encontro dois endemoninhados, vindos dos sepulcros; tão ferozes eram que ninguém podia passar por aquele caminho.

29E eis que gritaram, dizendo: Que temos nós contigo, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?

30Ora, a alguma distância deles, andava pastando uma grande manada de porcos.

31E os demônios rogavam-lhe, dizendo: Se nos expulsas, manda- nos entrar naquela manada de porcos.

32Disse-lhes Jesus: Ide. Então saíram, e entraram nos porcos; e eis que toda a manada se precipitou pelo despenhadeiro no mar, perecendo nas águas.

33Os pastores fugiram e, chegando à cidade, divulgaram todas estas coisas, e o que acontecera aos endemoninhados.

34E eis que toda a cidade saiu ao encontro de Jesus; e vendo- o, rogaram-lhe que se retirasse dos seus termos.

Capítulo da leitura

Mateus 9

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1E entrando Jesus num barco, passou para o outro lado, e chegou à sua própria cidade.

2E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Jesus, pois, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Tem ânimo, filho; perdoados são os teus pecados.

3E alguns dos escribas disseram consigo: Este homem blasfema.

4Mas Jesus, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que pensais o mal em vossos corações?

5Pois qual é mais fácil? dizer: Perdoados são os teus pecados, ou dizer: Levanta-te e anda?

6Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados (disse então ao paralítico): Levanta- te, toma o teu leito, e vai para tua casa.

7E este, levantando-se, foi para sua casa.

8E as multidões, vendo isso, temeram, e glorificaram a Deus, que dera tal autoridade aos homens.

9Partindo Jesus dali, viu sentado na coletoria um homem chamado Mateus, e disse-lhe: Segue-me. E ele, levantando-se, o seguiu.

10Ora, estando ele à mesa em casa, eis que chegaram muitos publicanos e pecadores, e se reclinaram à mesa juntamente com Jesus e seus discípulos.

11E os fariseus, vendo isso, perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com publicanos e pecadores?

12Jesus, porém, ouvindo isso, respondeu: Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos.

13Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios. Porque eu não vim chamar justos, mas pecadores.

14Então vieram ter com ele os discípulos de João, perguntando: Por que é que nós e os fariseus jejuamos, mas os teus discípulos não jejuam?

15Respondeu-lhes Jesus: Podem porventura ficar tristes os convidados às núpcias, enquanto o noivo está com eles? Dias virão, porém, em que lhes será tirado o noivo, e então hão de jejuar.

16Ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho; porque semelhante remendo tira parte do vestido, e faz-se maior a rotura.

17Nem se deita vinho novo em odres velhos; do contrário se rebentam, derrama-se o vinho, e os odres se perdem; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam.

18Enquanto ainda lhes dizia essas coisas, eis que chegou um chefe da sinagoga e o adorou, dizendo: Minha filha acaba de falecer; mas vem, impõe-lhe a tua mão, e ela viverá.

19Levantou-se, pois, Jesus, e o foi seguindo, ele e os seus discípulos.

20E eis que certa mulher, que havia doze anos padecia de uma hemorragia, chegou por detrás dele e tocou-lhe a orla do manto;

21porque dizia consigo: Se eu tão-somente tocar-lhe o manto, ficarei sã.

22Mas Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem ânimo, filha, a tua fé te salvou. E desde aquela hora a mulher ficou sã.

23Quando Jesus chegou à casa daquele chefe, e viu os tocadores de flauta e a multidão em alvoroço,

24disse; Retirai-vos; porque a menina não está morta, mas dorme. E riam-se dele.

25Tendo-se feito sair o povo, entrou Jesus, tomou a menina pela mão, e ela se levantou.

26E espalhou-se a notícia disso por toda aquela terra.

27Partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, que clamavam, dizendo: Tem compaixão de nós, Filho de Davi.

28E, tendo ele entrado em casa, os cegos se aproximaram dele; e Jesus perguntou-lhes: Credes que eu posso fazer isto? Responderam- lhe eles: Sim, Senhor.

29Então lhes tocou os olhos, dizendo: Seja-vos feito segundo a vossa fé.

30E os olhos se lhes abriram. Jesus ordenou-lhes terminantemente, dizendo: Vede que ninguém o saiba.

31Eles, porém, saíram, e divulgaram a sua fama por toda aquela terra.

32Enquanto esses se retiravam, eis que lhe trouxeram um homem mudo e endemoninhado.

33E, expulso o demônio, falou o mudo e as multidões se admiraram, dizendo: Nunca tal se viu em Israel.

34Os fariseus, porém, diziam: É pelo príncipe dos demônios que ele expulsa os demônios.

35E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino, e curando toda sorte de doenças e enfermidades.

36Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque andavam desgarradas e errantes, como ovelhas que não têm pastor.

37Então disse a seus discípulos: Na verdade, a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos.

38Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.