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Salmos em 30 dias

Leitura diária

Salmos em 30 dias · Dia 21

Dia 21 para meditar, orar e fortalecer a esperança no Senhor.

Leituras do dia

Dia 21

Salmos 101 • Salmos 102 • Salmos 103 • Salmos 104 • Salmos 105

Dia 21 para meditar, orar e fortalecer a esperança no Senhor.

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Capítulo da leitura

Salmos 101

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1Cantarei a benignidade e o juízo; a ti, Senhor, cantarei.

2Portar-me-ei sabiamente no caminho reto. Oh, quando virás ter comigo? Andarei em minha casa com integridade de coração.

3Não porei coisa torpe diante dos meus olhos; aborreço as ações daqueles que se desviam; isso não se apagará a mim.

4Longe de mim estará o coração perverso; não conhecerei o mal.

5Aquele que difama o seu próximo às escondidas, eu o destruirei; aquele que tem olhar altivo e coração soberbo, não o tolerarei.

6Os meus olhos estão sobre os fiéis da terra, para que habitem comigo; o que anda no caminho perfeito, esse me servirá.

7O que usa de fraude não habitará em minha casa; o que profere mentiras não estará firme perante os meus olhos.

8De manhã em manhã destruirei todos os ímpios da terra, para desarraigar da cidade do Senhor todos os que praticam a iniqüidade.

Capítulo da leitura

Salmos 102

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1Ó Senhor, ouve a minha oração, e chegue a ti o meu clamor.

2Não escondas de mim o teu rosto no dia da minha angústia; inclina para mim os teus ouvidos; no dia em que eu clamar, ouve-me depressa.

3Pois os meus dias se desvanecem como fumaça, e os meus ossos ardem como um tição.

4O meu coração está ferido e seco como a erva, pelo que até me esqueço de comer o meu pão.

5Por causa do meu doloroso gemer, os meus ossos se apegam à minha carne.

6Sou semelhante ao pelicano no deserto; cheguei a ser como a coruja das ruínas.

7Vigio, e tornei-me como um passarinho solitário no telhado.

8Os meus inimigos me afrontam todo o dia; os que contra mim se enfurecem, me amaldiçoam.

9Pois tenho comido cinza como pão, e misturado com lágrimas a minha bebida,

10por causa da tua indignação e da tua ira; pois tu me levantaste e me arrojaste de ti.

11Os meus dias são como a sombra que declina, e eu, como a erva, me vou secando.

12Mas tu, Senhor, estás entronizado para sempre, e o teu nome será lembrado por todas as gerações.

13Tu te lenvantarás e terás piedade de Sião; pois é o tempo de te compadeceres dela, sim, o tempo determinado já chegou.

14Porque os teus servos têm prazer nas pedras dela, e se compadecem do seu pó.

15As nações, pois, temerão o nome do Senhor, e todos os reis da terra a tua glória,

16quando o Senhor edificar a Sião, e na sua glória se manifestar,

17atendendo à oração do desamparado, e não desprezando a sua súplica.

18Escreva-se isto para a geração futura, para que um povo que está por vir louve ao Senhor.

19Pois olhou do alto do seu santuário; dos céus olhou o Senhor para a terra,

20para ouvir o gemido dos presos, para libertar os sentenciados à morte;

21a fim de que seja anunciado em Sião o nome do Senhor, e o seu louvor em Jerusalém,

22quando se congregarem os povos, e os reinos, para servirem ao Senhor.

23Ele abateu a minha força no caminho; abreviou os meus dias.

24Eu clamo: Deus meu, não me leves no meio dos meus dias, tu, cujos anos alcançam todas as gerações.

25Desde a antigüidade fundaste a terra; e os céus são obra das tuas mãos.

26Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles, como um vestido, envelhecerão; como roupa os mundarás, e ficarão mudados.

27Mas tu és o mesmo, e os teus anos não acabarão.

28Os filhos dos teus servos habitarão seguros, e a sua descendência ficará firmada diante de ti.

Capítulo da leitura

Salmos 103

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1Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome.

2Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus benefícios.

3É ele quem perdoa todas as tuas iniqüidades, quem sara todas as tuas enfermidades,

4quem redime a tua vida da cova, quem te coroa de benignidade e de misericórdia,

5quem te supre de todo o bem, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.

6O Senhor executa atos de justiça, e juízo a favor de todos os oprimidos.

7Fez notórios os seus caminhos a Moisés, e os seus feitos aos filhos de Israel.

8Compassivo e misericordioso é o Senhor; tardio em irar-se e grande em benignidade.

9Não repreenderá perpetuamente, nem para sempre conservará a sua ira.

10Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui segundo as nossas iniqüidades.

11Pois quanto o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua benignidade para com os que o temem.

12Quanto o oriente está longe do ocidente, tanto tem ele afastado de nós as nossas transgressões.

13Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem.

14Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó.

15Quanto ao homem, os seus dias são como a erva; como a flor do campo, assim ele floresce.

16Pois, passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não a conhece mais.

17Mas é de eternidade a eternidade a benignidade do Senhor sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos,

18sobre aqueles que guardam o seu pacto, e sobre os que se lembram dos seus preceitos para os cumprirem.

19O Senhor estabeleceu o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo.

20Bendizei ao Senhor, vós anjos seus, poderosos em força, que cumpris as suas ordens, obedecendo à voz da sua palavra!

21Bendizei ao Senhor, vós todos os seus exércitos, vós ministros seus, que executais a sua vontade!

22Bendizei ao Senhor, vós todas as suas obras, em todos os lugares do seu domínio! Bendizei, ó minha alma ao Senhor!

Capítulo da leitura

Salmos 104

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1Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Senhor, Deus meu, tu és magnificentíssimo! Estás vestido de honra e de majestade,

2tu que te cobres de luz como de um manto, que estendes os céus como uma cortina.

3És tu que pões nas águas os vigamentos da tua morada, que fazes das nuvens o teu carro, que andas sobre as asas do vento;

4que fazes dos ventos teus mensageiros, dum fogo abrasador os teus ministros.

5Lançaste os fundamentos da terra, para que ela não fosse abalada em tempo algum.

6Tu a cobriste do abismo, como dum vestido; as águas estavam sobre as montanhas.

7Â tua repreensão fugiram; à voz do teu trovão puseram-se em fuga.

8Elevaram-se as montanhas, desceram os vales, até o lugar que lhes determinaste.

9Limite lhes traçaste, que não haviam de ultrapassar, para que não tornassem a cobrir a terra.

10És tu que nos vales fazes rebentar nascentes, que correm entre as colinas.

11Dão de beber a todos os animais do campo; ali os asnos monteses matam a sua sede.

12Junto delas habitam as aves dos céus; dentre a ramagem fazem ouvir o seu canto.

13Da tua alta morada regas os montes; a terra se farta do fruto das tuas obras.

14Fazes crescer erva para os animais, e a verdura para uso do homem, de sorte que da terra tire o alimento,

15o vinho que alegra o seu coração, o azeite que faz reluzir o seu rosto, e o pão que lhe fortalece o coração.

16Saciam-se as árvores do Senhor, os cedros do Líbano que ele plantou,

17nos quais as aves se aninham, e a cegonha, cuja casa está nos ciprestes.

18Os altos montes são um refúgio para as cabras montesas, e as rochas para os querogrilos.

19Designou a lua para marcar as estações; o sol sabe a hora do seu ocaso.

20Fazes as trevas, e vem a noite, na qual saem todos os animais da selva.

21Os leões novos os animais bramam pela presa, e de Deus buscam o seu sustento.

22Quando nasce o sol, logo se recolhem e se deitam nos seus covis.

23Então sai o homem para a sua lida e para o seu trabalho, até a tarde.

24Ó Senhor, quão multiformes são as tuas obras! Todas elas as fizeste com sabedoria; a terra está cheia das tuas riquezas.

25Eis também o vasto e espaçoso mar, no qual se movem seres inumeráveis, animais pequenos e grandes.

26Ali andam os navios, e o leviatã que formaste para nele folgar.

27Todos esperam de ti que lhes dês o sustento a seu tempo.

28Tu lho dás, e eles o recolhem; abres a tua mão, e eles se fartam de bens.

29Escondes o teu rosto, e ficam perturbados; se lhes tiras a respiração, morrem, e voltam para o seu pó.

30Envias o teu fôlego, e são criados; e assim renovas a face da terra.

31Permaneça para sempre a glória do Senhor; regozije-se o Senhor nas suas obras;

32ele olha para a terra, e ela treme; ele toca nas montanhas, e elas fumegam.

33Cantarei ao Senhor enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus enquanto eu existir.

34Seja-lhe agradável a minha meditação; eu me regozijarei no Senhor.

35Sejam extirpados da terra os pecadores, e não subsistam mais os ímpios. Bendize, ó minha alma, ao Senhor. Louvai ao Senhor.

Capítulo da leitura

Salmos 105

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1Dai graças ao Senhor; invocai o seu nome; fazei conhecidos os seus feitos entre os povos.

2Cantai-lhe, cantai-lhe louvores; falai de todas as suas maravilhas.

3Gloriai-vos no seu santo nome; regozije-se o coração daqueles que buscam ao Senhor.

4Buscai ao Senhor e a sua força; buscai a sua face continuamente.

5Lembrai-vos das maravilhas que ele tem feito, dos seus prodígios e dos juízos da sua boca,

6vós, descendência de Abraão, seu servo, vós, filhos de Jacó, seus escolhidos.

7Ele é o Senhor nosso Deus; os seus juízos estão em toda a terra.

8Lembra-se perpetuamente do seu pacto, da palavra que ordenou para mil gerações;

9do pacto que fez com Abraão, e do seu juramento a Isaque;

10o qual ele confirmou a Jacó por estatuto, e a Israel por pacto eterno,

11dizendo: A ti darei a terra de Canaã, como porção da vossa herança.

12Quando eles eram ainda poucos em número, de pouca importância, e forasteiros nela,

13andando de nação em nação, dum reino para outro povo,

14não permitiu que ninguém os oprimisse, e por amor deles repreendeu reis, dizendo:

15Não toqueis nos meus ungidos, e não maltrateis os meus profetas.

16Chamou a fome sobre a terra; retirou-lhes todo o sustento do pão.

17Enviou adiante deles um varão; José foi vendido como escravo;

18feriram-lhe os pés com grilhões; puseram-no a ferro,

19até o tempo em que a sua palavra se cumpriu; a palavra do Senhor o provou.

20O rei mandou, e fez soltá-lo; o governador dos povos o libertou.

21Fê-lo senhor da sua casa, e governador de toda a sua fazenda,

22para, a seu gosto, dar ordens aos príncipes, e ensinar aos anciãos a sabedoria.

23Então Israel entrou no Egito, e Jacó peregrinou na terra de Cão.

24E o Senhor multiplicou sobremodo o seu povo, e o fez mais poderoso do que os seus inimigos.

25Mudou o coração destes para que odiassem o seu povo, e tratassem astutamente aos seus servos.

26Enviou Moisés, seu servo, e Arão, a quem escolhera,

27os quais executaram entre eles os seus sinais e prodígios na terra de Cão.

28Mandou à escuridão que a escurecesse; e foram rebeldes à sua palavra.

29Converteu-lhes as águas em sangue, e fez morrer os seus peixes.

30A terra deles produziu rãs em abundância, até nas câmaras dos seus reis.

31Ele falou, e vieram enxames de moscas em todo o seu têrmo.

32Deu-lhes saraiva por chuva, e fogo abrasador na sua terra.

33Feriu-lhes também as vinhas e os figueirais, e quebrou as árvores da sua terra.

34Ele falou, e vieram gafanhotos, e pulgões em quantidade inumerável,

35que comeram toda a erva da sua terra, e devoraram o fruto dos seus campos.

36Feriu também todos os primogênitos da terra deles, as primícias de toda a sua força.

37E fez sair os israelitas com prata e ouro, e entre as suas tribos não havia quem tropeçasse.

38O Egito alegrou-se quando eles saíram, porque o temor deles o dominara.

39Estendeu uma nuvem para os cobrir, e um fogo para os alumiar de noite.

40Eles pediram, e ele fez vir codornizes, e os saciou com pão do céu.

41Fendeu a rocha, e dela brotaram águas, que correram pelos lugares áridos como um rio.

42Porque se lembrou da sua santa palavra, e de Abraão, seu servo.

43Fez sair com alegria o seu povo, e com cânticos de júbilo os seus escolhidos.

44Deu-lhes as terras das nações, e eles herdaram o fruto do trabalho dos povos,

45para que guardassem os seus preceitos, e observassem as suas leis. Louvai ao Senhor