Salmos em 30 dias

Leitura diária

Salmos em 30 dias · Dia 8

Dia 8 para meditar, orar e fortalecer a esperança no Senhor.

Leituras do dia

Dia 8

Salmos 36 • Salmos 37 • Salmos 38 • Salmos 39 • Salmos 40

Dia 8 para meditar, orar e fortalecer a esperança no Senhor.

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Capítulo da leitura

Salmos 36

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1A transgressão fala ao ímpio no íntimo do seu coração; não há temor de Deus perante os seus olhos.

2Porque em seus próprios olhos se lisonjeia, cuidando que a sua iniqüidade não será descoberta e detestada.

3As palavras da sua boca são malícia e engano; deixou de ser prudente e de fazer o bem.

4Maquina o mal na sua cama; põe-se em caminho que não é bom; não odeia o mal.

5A tua benignidade, Senhor, chega até os céus, e a tua fidelidade até as nuvens.

6A tua justiça é como os montes de Deus, os teus juízos são como o abismo profundo. Tu, Senhor, preservas os homens e os animais.

7Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade! Os filhos dos homens se refugiam à sombra das tuas asas.

8Eles se fartarão da gordura da tua casa, e os farás beber da corrente das tuas delícias;

9pois em ti está o manancial da vida; na tua luz vemos a luz.

10Continua a tua benignidade aos que te conhecem, e a tua justiça aos retos de coração.

11Não venha sobre mim o pé da soberba, e não me mova a mão dos ímpios.

12Ali caídos estão os que praticavam a iniqüidade; estão derrubados, e não se podem levantar.

Capítulo da leitura

Salmos 37

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Capítulo da leitura

Salmos 38

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1Ó Senhor, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor.

2Porque as tuas flechas se cravaram em mim, e sobre mim a tua mão pesou.

3Não há coisa sã na minha carne, por causa da tua cólera; nem há saúde nos meus ossos, por causa do meu pecado.

4Pois já as minhas iniqüidades submergem a minha cabeça; como carga pesada excedem as minhas forças.

5As minhas chagas se tornam fétidas e purulentas, por causa da minha loucura.

6Estou encurvado, estou muito abatido, ando lamentando o dia todo.

7Pois os meus lombos estão cheios de ardor, e não há coisa sã na minha carne.

8Estou gasto e muito esmagado; dou rugidos por causa do desassossego do meu coração.

9Senhor, diante de ti está todo o meu desejo, e o meu suspirar não te é oculto.

10O meu coração está agitado; a minha força me falta; quanto à luz dos meus olhos, até essa me deixou.

11Os meus amigos e os meus companheiros afastaram-se da minha chaga; e os meus parentes se põem à distância.

12Também os que buscam a minha vida me armam laços, e os que procuram o meu mal dizem coisas perniciosas,

13Mas eu, como um surdo, não ouço; e sou qual um mudo que não abre a boca.

14Assim eu sou como homem que não ouve, e em cuja boca há com que replicar.

15Mas por ti, Senhor, espero; tu, Senhor meu Deus, responderás.

16Rogo, pois: Ouve-me, para que eles não se regozijem sobre mim e não se engrandeçam contra mim quando resvala o meu pé.

17Pois estou prestes a tropeçar; a minha dor está sempre comigo.

18Confesso a minha iniqüidade; entristeço-me por causa do meu pecado.

19Mas os meus inimigos são cheios de vida e são fortes, e muitos são os que sem causa me odeiam.

20Os que tornam o mal pelo bem são meus adversários, porque eu sigo o que é bom.

21Não me desampares, ó Senhor; Deus meu, não te alongues de mim.

22Apressa-te em meu auxílio, Senhor, minha salvação.

Capítulo da leitura

Salmos 39

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1Disse eu: Guardarei os meus caminhos para não pecar com a minha língua; guardarei a minha boca com uma mordaça, enquanto o ímpio estiver diante de mim.

2Com silêncio fiquei qual um mundo; calava-me mesmo acerca do bem; mas a minha dor se agravou.

3Escandesceu-se dentro de mim o meu coração; enquanto eu meditava acendeu-se o fogo; então com a minha língua, dizendo;

4Faze-me conhecer, ó Senhor, o meu fim, e qual a medida dos meus dias, para que eu saiba quão frágil sou.

5Eis que mediste os meus dias a palmos; o tempo da minha vida é como que nada diante de ti. Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade.

6Na verdade, todo homem anda qual uma sombra; na verdade, em vão se inquieta, amontoa riquezas, e não sabe quem as levará.

7Agora, pois, Senhor, que espero eu? a minha esperança está em ti.

8Livra-me de todas as minhas transgressões; não me faças o opróbrio do insensato.

9Emudecido estou, não abro a minha boca; pois tu és que agiste,

10Tira de sobre mim o teu flagelo; estou desfalecido pelo golpe da tua mão.

11Quando com repreensões castigas o homem por causa da iniquidade, destróis, como traça, o que ele tem de precioso; na verdade todo homem é vaidade.

12Ouve, Senhor, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou para contigo como um estranho, um peregrino como todos os meus pais.

13Desvia de mim o teu olhar, para que eu tome alento, antes que me vá e não exista mais.

Capítulo da leitura

Salmos 40

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